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#renatalikes by Renata

Nunca postei nenhum trabalho meu aqui no Unzip.

Aqui vai o primeiro… espero que gostem! 🙂



Plano verão by Renata
5 surfistas experimentam os biquínis brasileiros mais lindos do verão nas ondas do Havaí

Sol e ondas de verdade nas bancadas de coral, sorriso grande na cara, cores amplificadas. Pipeline, Sunset, Rocky Point, Waimea… O North Shore da ilha de Oahu, uma das faixas de praia mais vibrantes e famosas do mundo, foi o background para o encontro das brasileiras Claudia Gonçalves e Bruninha Schmitz com as locais Rachel, Calli e Brooke. A pauta: soltar o corpo, cair no mar, experimentar os biquínis brasileiros mais lindos do verão de 2010 e, claro, ser feliz… Verão é isso

Nome: Rachel Spear
Idade: 27 anos
Há quanto tempo surfa? Há 12 anos
Onde nasceu? Na cidade de Kailua, no arquipélago de Oahu, no Havaí
O que faz no Havaí? Sou garçonete
O que faz fora d’água? Passo o tempo com os amigos, a família e o meu namorado. Também pratico ioga
Qual a primeira coisa que faz ao acordar? Ver como estão as ondas, sempre!
Que outros assuntos te interessam além de surf? Música, jardinagem, medicina natural e meditação

Nome: Claudia Setembro Gonçalves
Idade: 24 anos
Onde nasceu? São Paulo. Mas moro com minha avó no Guarujá. Não largo ela por nada!
Há quanto tempo é surfista profissional? Desde 2001
O que faz no Havaí? Sessão de fotos para campanha da Oakley, minha patrocinadora. Nas horas vagas, vou à praia, a festinhas e jantar fora
O que faz fora d’água? Estou no último ano de jornalismo e edito a revista virtual Ehlas, sobre surf feminino
O que não tira da bolsa? Meu nécessaire e um bom livro. Agora estou lendo A Cabana, de William P. Young
Talento além do surf: Quando criança, queria ser arquiteta. Agora acabo de estrear Batom e Parafina, um programa no Multishow sobre minha vida

Nome: Brooklin Dombroski (Brooke)
Idade: 24 anos
Há quanto tempo surfa? Desde os 12 anos. Aprendi em Haleiwa, no Havaí
Onde nasceu? Mililani, Havaí
O que faz no Havaí? Sou fotógrafa e trabalho com marketing de vendas e eventos
O que faz fora d’água? Tiro fotos, caminho na praia ouvindo música e vou a restaurantes típicos. A comida havaiana é incrível!
Vai no bife com fritas ou na saladinha? Bife e salada. Como muito!
O que leva sempre na mala? iPhone, carteira, gloss e óculos de sol

Nome: Bruna Schmitz
Idade: 19 anos
Há quanto tempo surfa? Há nove anos. Há quatro sou profissional
Onde nasceu? Matinhos, no Paraná
O que faz no Havaí? Além de pegar ondas, adoro ir aos outlets, como o da Armani e o da Gap. E a outras lojas baratas que vendem marcas de que gosto
O que faz fora d’água? Cuido do corpo. Vou à academia, ao shopping, ao cinema…
Quer viver do surf pra sempre? Não. Pretendo estudar design, porque adoro criar, inventar coisas
Talento além do surf: De tanto ir à manicure, aprendi a fazer as unhas, e todas as meninas do tour me pedem para fazer as delas – além de hidratação no cabelo

 

Nome: Calli Leilani Wagner
Idade: 21 anos
Há quanto tempo surfa? Há dez anos
Onde nasceu? Litoral norte de Oahu, no Havaí
O que faz no Havaí? Sou modelo
O que faz fora d’água? Adoro andar a cavalo e comprei um recentemente
Tem paranoia com o corpo? Sim. Estou sempre me criticando no espelho
O que a faz sair d’água? Só saio quando fico com muita fome ou quando as ondas boas acabam

Jim sabe tudo

Por Paulo Lima

Jim Russi foi um dos privilegiados que conheceram o North Shore da ilha de Oahu na década de 70. Se mudou para o trecho mais famoso da costa havaiana em 1978. Como era quase inevitável na época, conviveu e interagiu com a raça mais casca-grossa da surfistada, que reunia nativos das ilhas, americanos do continente e mais um ou outro brasileiro ou australiano perdido aqui e ali. Local de Palos Verdes, nos arredores de LA, Jim tinha tudo para abraçar o mais legítimo lifestyle bad boy. E de certa forma o fez por alguns anos, pegando uma espécie de mistura de ressaca da contracultura com ânsia por dinheiro para viajar e se jogar no mundo, sem precisar se curvar ao esquemão emprego “nine to five”.

Depois de outras tentativas menos convencionais, foi na fotografia de surf que ele encontrou um meio de vida, um ofício que podia exercer sem se afastar daquilo de que mais gostava desde os 5 anos de idade, o mar. Colado a alguns dos pais da matéria, que desenvolveram o que se conhece como a fotografia de surf atual, como Jeff Hornbaker e Aaron Chang, Jim foi aos poucos desenvolvendo seu estilo. E sua vida, na paralela, foi se transformando. O tempo e a experiência foram ensinando que malandragem mesmo era compartilhar coisas boas com as outras pessoas. Russi foi se tornando aos poucos uma figura extremamente amorosa. Aproximou-se de valores e pensamentos mais positivos, interessantes e sinceros.

Animação, sorriso permanente, uma resistência impressionante para encarar mares sérios são alguns traços de Russi. Vale frisar, fotografar surf de dentro da água é um esporte ainda mais pesado do que surfar. Requer coragem e habilidades muito especiais, como um profundo conhecimento do oceano, da zona de impacto de cada pico, além de preparo físico específico.

Universo feminino
Dono de tudo isso e já de um olhar próprio, Jim, como bem sabe quem procura a maior concentração de amor por centímetro cúbico, inevitavelmente foi parar no universo feminino. Talvez tenha sido um dos primeiros profissionais a perceber a graça e o talento das garotas que começavam a ver o surf como algo libertador e possível. Tem tudo a ver com ele a materialização da ideia de que um dos últimos terrenos até então reservados apenas aos homens já podia ser ocupado também pelas mulheres. Documentando não só a performance, mas a graça, a pegada menos competitiva e mais delicada das garotas que se jogavam de verdade nas ondas, Russi deu contornos reais e colorido forte a uma estética até ali desconhecida pela maioria.

Reafirmou que mulheres querem e podem experimentar absolutamente tudo o que desejarem. Desde encarar um tubo de verdade num dia de backdoor bombando em Pipeline até a sensação indescritível de sair da água deixando tomar conta do planeta o sorriso mais inquestionavelmente feliz que um ser humano pode exibir. Exatamente aquele que você vê no rosto da Claudinha na página 75 e que, felizmente, graças à atitude de mulheres e homens como o próprio Jim, está se espalhando pelas praias e pelos semblantes das garotas que surfam no mundo inteiro.

by tpm



Playing for change. by Renata

Músicos de todos os lugares do mundo fazem músicas, criam um cd, dvd e até um evento em prol de uma única causa. Assiste vale a pena.

Confira mais músicas em: http://playingforchange.com



Espelho interativo by Renata
02/23/2010, 4:13 am
Filed under: #quemoderno, arte, Comportamento, Design, ZIPthelip | Tags: ,

Danny Rozin criou um espelho que interage simultaneamente com você.

Simply amazing!



Surfrider Fundation Ajude! by Leonardo Ramos
02/11/2010, 8:32 pm
Filed under: Comportamento | Tags: , , , ,

É muito simples colaborar com a Surfrider Fundation, e não custa nada!

Só de clicar em cima do banner você já está colaborando. Ao clicar fundos são doados para a instituição! Clique e colabore! É muito simples e é Free.

Dica do Léo.



Conheça os nossos canais, explore à vontade! by Leonardo Ramos
02/11/2010, 8:27 pm
Filed under: É festa!, Comportamento | Tags: ,

Atualizado todos os dias, os canais do Unzipthelip trazem para você:

  • “A dona da casa”       (universo feminino atualizado e moderno)
  • “O que eles acham”  (novidades e a visão masculina sobre nós mulheres)
  • Eventos da semana (fique por dentro dos destaques e novidades na noite paulistana em suas casas mais descoladas)


Arte-mãe by Renata

A gravidez não só fez a artista Silvana Mello parar de trabalhar, como gestou a renovação.Martina pode pintar uma parede de seu quarto com canetinhas. Não só pode, como os pais a ajudam.
Aliás, a mãe, a artista plástica Silvana Mello, chama as “obras” (riscos e alguns desenhos de gatos e outros animais), de “nosso trampo”. Uma parede maior do quarto leva mais cores e desenhos bem-definidos, um cavalo e um coelho de pelúcia contra um fundo azul, que Silvana pintou ainda grávida. Dá para notar que faltou pouco para terminar por causa do medo de Silvana de subir em um banquinho ainda gestante.
Esse não foi o único impedimento enfrentado pela artista plástica gaúcha. Temerosa de que as tintas pudessem prejudicar o bebê, começou a trabalhar com máscara. Conseguiu trabalhar até Martina, hoje com um ano e três meses, nascer. Com uma filha de colo precisando de cuidados, teve de interromper a carreira de artista para o trabalho integral de mãe em recuperação.

Silvana Mello despontou em 2006, quando teve sua primeira exibição solo na Galeria Choque Cultural. O ano foi o mesmo do término de sua banda de punk, Lava. Desde então, expôs no exterior (Brighton, na Inglaterra), participou de um tributo a Andy Warhol e viu suas obras ficarem mais caras e entrarem em coleções de pessoas eminentes.

O nascimento de Martina foi uma interrupção. Sem condições de trabalhar como antigamente, Silvana escolheu mudar o suporte de sua arte para poder ficar perto da filha. As tintas deram lugar aos bordados. O ritmo de trabaho diminuiu.  “Você tem que parar para ser mãe, não tem como”, afirma Silvana.

Agora é tempo de retomadas. Martina está maior, já fala (e bastante), sabe do que gosta (de reggae e da labrador fêmea da família, Kira); está pronta para a escolinha, julga a mãe. Recentemente uma exposição individual sua terminou na Choque, sinal da volta ao trabalho. Martina impediu a mãe de trabalhar, mas também foi incentivo para que ela pensasse em renovação. Silvana só não conta o que vai passar a fazer porque tem medo que outros copiem.

É certo, porém, que o universo feminino continue em sua pauta, na arte e em casa. A educação da filha trouxe novos desafios para as convicções de Silvana, que desde jovem participa de shows, exposições e fanzines com temática feminista. Assim como na arte, ela vai tentar mostrar à filha através de”um bom exemplo”. “ Ela não vê o pai dela me colocando numa posição inferior, é uma relação de igual para igual, os dois têm a mesma função”, conta a artista.

Uma pintura em azulejo localizada na cozinha da casa de Silvana Mello resume bem a nova fase de sua vida. No alto, lê-se “mãe e filha”; abaixo, duas mulheres, uma dando força no muque da menor. Para a artista, esse é o papel que ela terá na vida de Martina, sua mais recente obra.